Arquivo mensal: agosto 2011

São Paulo promove 9ª edição da Restaurant Week com mais de 230 participantes


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Evento acontece entre os dias 5 e 18 de setembro* e deve atrair cerca de 600 mil pessoas

Reunindo em torno de 230 restaurantes e com público estimado em 600 mil pessoas, a São Paulo Restaurant Week consagra-se, em sua 9ª edição, como um dos eventos gastronômicos mais importantes do mundo. Entre os dias 5 e 18 de setembro*, quem estiver na cidade poderá experimentar menus especiais, sempre com duas opções de entrada, prato principal e sobremesa, aos preços fixos de R$ 31,90, no almoço, e R$ 43,90, no jantar (bebidas, serviço e couvert não inclusos).

Além de divulgar e democratizar o trabalho de chefs e restaurateurs, a SPRW cumpre um importante papel social, sugerindo aos clientes dos restaurantes participantes uma contribuição de R$ 1 em cada refeição para a ONG Ação Comunitária Monte Azul, e a doação do cupom fiscal, em caso da não necessidade, para o Instituto Ayrton Senna.

Entre os participantes, destacam-se algumas novidades do cenário gastronômico paulistano, como o AK Vila, da chef Andrea Kaufmann, o Brasero Amatxu, de cozinha basca, e o contemporâneo Oryza. Também marcam presença veteranos como Arabia, Hideki Sushi, os italianos Empório Ravioli, Vicolo Nostro, La Vecchia Cucina, além dos brasileiros Tordesilhas e Capim Santo, o francês Le Buteque e o variado Obá.

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O que faz um Chef ser Chef


Chef Alex Atala

Chef Alex Atala

Liderar uma cozinha não é questão apenas de talento. É preciso ter método – E criar conceitos

A primeira função de um profissional de cozinha é fazer com que as pessoas compartilhem dois prazeres da mesa: Comer e Socializar. Em cada prato, em cada receita, há uma série de mensagens subliminares – e é bom também que essas mensagens possam ser expressas de vez em quando. Essa é a ideia central desta coluna. Aqui vou tratar de assuntos que trazem à tona a parte técnica, social, ambiental e profissional da cozinha.

A Primeira característica de uma cozinha é que o cozinheiro não é chef, ele está chef. Historicamente, há exemplos de Georges Auguste Escoffier e Marie-Antoine Carême, dois pilares da cozinha profissional. Eles traziam a mensagem de que cozinhar é sistematizar, organizar e gerir estoque, produtos. Isso deu origem a novos formatos na cozinha. Escoffier fala da postura de trabalho, da forma de conservação dos alimentos, da cozinha de procedimentos. E lança as primeiras incumbências executivas: negociar uma compra, gerir equipe. Com os anos, isso vai ganhado novas facetas.

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Qual é o valor nutritivo do vinho?


valor nutritivo do vinho

 

O vinho é uma fonte razoável de energia, com baixos teores de vitaminas hidrossolúveis e minerais. O açúcar contribui muito pouco para seu conteúdo energético (exceto no caso dos vinhos licorosos, doces e suaves), que se deve essencialmente ao etanol, que possui cerca de 7 kcal/g (apenas para você ter uma idéia, contra as 9 kcal/g dos lipídios e 4 kcal/g os carboidratos).

Um exemplo disso é o fato de um litro de vinho seco, contendo cerca de 60 a 150 g de álcool por litro, chega a fornecer de 400 a 1.000 kcal. Ao contrário dos carboidratos ou gorduras, que podem ser armazenados no corpo, na forma de glicogênio e triglicerídeos, respectivamente, o álcool não precisa ser digerido, podendo ser diretamente absorvido pela parede intestinal.

Quanto ao teor de vitaminas, o vinho contém pequenas quantidades destes compostos, como vitaminas A, C e as do complexo B (B1, tiamina; B2, riboflavina e a B12, cianocobalamina), além de minerais, especialmente potássio e ferro. Contudo, é importante lembrarmos que o consumo excessivo de álcool pode causar distúrbios na absorção de outras vitaminas e minerais.

Pela tabela abaixo, você pode conferir o valor nutricional médio dos vinhos de mesa (Fonte da tabela: Emedix-UOL).

Tabela – Valor nutricional do vinho tinto de mesa

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Belo Horizonte recebe evento que reúne os melhores restaurantes com preços acessíveis a população


Belo Horizonte Restaurant Week

A culinária mineira está em evidência no mês de agosto. Entre os dias 22 de agosto e 4 de setembro, Belo Horizonte recebe a terceira edição do Restaurant Week, um projeto que tem como objetivo movimentar o setor gastronomico da capital mineira e ainda democratizar o acesso à alta culinária.

Realizado há 19 anos, o Restaurant  Week nasceu com a proposta de oferecer durante o período do evento, a oportunidade de comer muito bem nos mais elegantes e cobiçados restaurantes da cidade por uma fração do preço cobrado em um dia normal.

Cada uma das casas, com seu respectivo chef, cria um cardápio completo com entrada, prato principal e sobremesa com um preço fixo muito mais baixo que o praticado normalmente nesses restaurantes. “Tivemos uma ótima recepção dos mineiros nas duas primeiras edições; a cidade recebeu muito bem o festival”, afirma o organizador do evento no Brasil, Emerson Silveira. Assim, os cardápios especiais com entrada, prato principal e sobremesa são oferecidos a R$29,90 no almoço e a R$39,90, no jantar.

A ideia deu certo e espalhou-se por mais de 100 importantes cidades do mundo, chegando ao Brasil em 2007, quando a cidade de São Paulo assistiu ao extraordinário sucesso da primeira edição brasileira. Somente os melhores restaurantes são convidados para participarem do evento. Na terceira edição, Belo Horizonte participa com 50 estabelecimentosClique aqui para conferir a lista completa de restaurantes que estão no projeto.

Durante a temporada os restaurantes chegam a registrar uma média de aumento de 40% no movimento. Para se ter uma ideia deste movimento, na primeira edição, algumas casas chegaram a registrar picos de até 80% em relação aos dias normais. Na segunda edição, os números foram ainda mais animadores, com picos de até 400%. Além de estimular o consumo em um período de pouca frequência nos restaurantes da capital, o evento também atrai clientes, fomentando ainda mais o mercado.

Novos hábitos movimentam mercado de Food Service


Comer fora - gastronomia

Novos hábitos surgiram com o aumento do poder de compra dos brasileiros. Comer fora de casa é um deles. Famílias que antes não podiam frequentar restaurantes, ou que tinham que limitar a quantidade de vezes que iam, agora podem se dar ao luxo de não cozinhar ou lavar a louça aos domingos. Além disso, o número cada vez maior de mulheres no mercado de trabalho também contribui com esse cenário.

Essa mudança na estrutura da classe média brasileira fez com que o mercado de Food Service quase dobrasse nos últimos seis anos, passando de um faturamento de R$ 96 bilhões em 2005 para a estimativa de R$ 181,1 bi em 2010. Nesse ritmo, o segmento no Brasil se desenvolve mais do que em alguns países ricos. Nos Estados Unidos – onde o Food Service é o maior do mundo – entre 2002 e 2008 houve uma queda de 0,95% no mercado.



“Nosso PIB cresceu três vezes mais que as ‘economias avançadas’ nos últimos cinco anos e isso contribui muito para a nossa boa posição nesse ranking”, afirma Fabiana Castro, Sócia Diretora da GS&MD – Gouvêa de Souza, responsável pelo estudo Food Service Brasil – Alimentação Fora do Lar na Visão do Consumidor Brasileiro. Quando o assunto é a porcentagem do total das despesas das famílias com alimentação, registramos por aqui 31%, enquanto França, Alemanha e Itália ficam atrás com 22%, 20% e 14% respectivamente. Nos Estados Unidos esse número chega a 42%.



Para atrair os novos consumidores


Com este cenário, engana-se quem pensa que para os restaurantes só resta ficar esperando o consumidor chegar para servi-lo. Por parte das empresas, também deve haver muitas estratégias para atrair o consumidor que agora pode pagar e fazer com que quem já era seu cliente passe a frequentá-lo mais vezes. O perfil desses consumidores e das vendas de refeições também varia de acordo com o dia da semana.

O momento da Bistronomia


Importada da França, a Bistronomia passa a ser a coqueluche do momento e atrai o interesse dos empresário.

Como servir pratos de alta gastronomia, a preços baixos e sem perder os lucros ao final do mês? A resposta é simples: através da Bistronomia. Criado na França em 1992, o conceito surgiu para juntar as características de um bistrô francês de clima descontraído e decoração despojada, com os ingredientes de um cardápio de restaurantes de alta gastronomia, porém com valores acessíveis. Hoje, este tipo de estabelecimento ganha reconhecimento e ocupa as ruas levando aos consumidores refeições de qualidade e satisfação aos empreendedores.

Quem começou com esse conceito foi o chef francês Yves Camdeborde. Proprietário de um restaurante, ele largou tudo para abrir um bistrô em uma área mais isolada de Paris, em um clima mais aconchegante e econômico. Assim, o La Régalade surgia como referência do setor e se tornou o primeiro de muitos. Para abri-lo, Camdeborde pediu empréstimo em 25 bancos, até que conseguiu em um onde o tio era conhecido. Depois de 12 anos, o chef o fechou e abriu o Le Comptoir du Relais, um restaurante bistronômico cuja reserva tem que ser feita com, pelo menos, seis meses de antecedência.

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Reunião Técnica com os participantes da 4ª edição do Curitiba Restaurant Week


Na segunda-feira (22/08) , acontece em Curitiba, no Hotel Bourbon às 16 horas, a reunião técnica como os participantes da 4ª edição do Curitiba Restaurant Week (CWBRW), uma das maiores semanas gastronômicas do mundo.

Na ocasião serão apresentados todos os parceiros comerciais, detalhes operacionais e demais novidades. O evento que será realizado na capital paranaense de 10 a 23 de outubro, vai reunir o melhor da gastronomia Curitibana, com preços bem acessíveis. Além de Curitiba, o evento é realizado em outras cidades brasileiras, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Porto Alegre, Brasília e São Paulo, onde completa nove edições.

O CWBRW tem patrocínio Mastercard, apoio Nespresso, Redecard e Centro Europeu,  harmonização com vinhos da importadora Porto a Porto e Coca Cola Zero, promoção Gazeta do Povo e realização DP9 Comunicação e Eventos / Mica.

Os clientes que participarem da 4ª edição do Curitiba Restaurant Week,  poderão mais uma vez aliar alta gastronomia à solidariedade. Todas as pessoas que frequentarem as casas participantes durante o festival, serão convidados a doar a quantia minima  de R$ 1,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.

Clientes Mastercard Black e Platinum terão a oportunidade de aproveitar exclusivamente do evento com uma semana de antecedência, entre 03 e 09 de outubro.

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